000 01657nam a2200229 4500
001 373991
090 _a373991
100 _a20090727u y0pory50 ba
101 _aspa
200 _aLa actuación policial y la eximente del cumplimiento de un deber
_fJesús R. Toledano
311 _a(*)Ver artigo "Legítima defensa (reflexiones en torno a la sentencia 5/04 AP Barcelona, ley del jurado)"; (Ciencia Policial, n.º 87, Marzo/Abril 2008).
330 _aPretendendo encerrar uma exposição iniciada e alvo de reflexão num número anterior desta publicação (n.º 87, Marzo/Abril 2008) sobre a legítima defesa, o articulista propõe agora fornecer uma visão completa de uma outra ferramenta que o ordenamento jurídico dispõe, com vista a proteger e justificar a Polícia face a consequências não desejadas resultantes da sua actuação, ou seja, dos ditos efeitos colaterais que inevitavelmente acabam por lesar os direitos do cidadão. Assim sendo, o legislador ao conceber o n.º 7 do art. 20.º do Código Penal pretende isentar o funcionário de qualquer responsabilidade criminal que lhe possa vir a ser imputada: “… El que obre en cumplimiento de un deber o en el ejercicio legítimo de un derecho, oficio o cargo”.
461 _cMadrid
_dEnero/Febrero 2009
_vN. 92
_tCiencia Policial
_x1886-5577
_pp. 73-82
606 _aRESPONSABILIDADE PENAL
_9224712
606 _aACTUAÇÃO POLICIAL
_912509
606 _aPESSOAL DE POLÍCIA
_9323001
606 _aCÓDIGO PENAL
_9302225
606 _aESPANHA
_9330771
700 _aR. TOLEDANO
_bJesús
_9349364