000 01588nam a2200241 4500
001 373981
090 _a373981
100 _a20090715u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO crime de terrorismo
_easpectos psico-antropológicos
_fJosé Martins Barra da Costa
311 _a(*). Resumo inserto no artigo.
330 _aO terrorismo é uma arma psicológica e o mundo é uma vítima potencial. Uma acção violenta é denominada "terrorista" logo que os seus efeitos psicológicos se sobrepõem aos resultados físicos provocados. Alguém que se candidata a suicida em favor do grupo incorpora um gesto que é altruísta, nobre, merecedor de aprovação social e contemplado com respeito e consideração. Mas, atenta a preparação dispensada ao terrorismo-suicida - assente numa profunda lavagem cerebral pelo incitador, canalizada numa perspectiva revolucionária pelo executor e facilitada pela "tendência destrutiva" freudiana - a nossa reflexão é mais profunda: quais são os valores na cultura dos homens-bomba destinados à imolação em favor de uma causa?
461 _cCoimbra
_dOutubro-Dezembro 2008
_vAno 18, n.º 4
_tRevista Portuguesa de Ciência Criminal
_x0871-8563
_pp. 509-528
606 _aTERRORISMO
_9410420
606 _aEXTREMISMO
_9305302
606 _aPSICOLOGIA CRIMINAL
_9225033
606 _aFUNDAMENTALISMO ISLÂMICO
_9343174
606 _aVÍTIMA
_9918
700 _aCOSTA
_bJosé Martins Barra da
_9324386