000 02019nam a2200241 4500
001 373980
090 _a373980
100 _a20090715u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aPacto para matar - autoria e início de execução
_eacórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 16 de Outubro de 2008
_eacórdão da 4.ª Vara Criminal do Porto de 9 de Julho de 2007
_fanot. Nuno Brandão
311 _a(*)Resumo inserto no próprio artigo.
330 _a"Anotação crítica à decisão judicial de condenar como autor mediato de homicídio na forma tentada o agente que tendo aliciado outrem para a formação de um pacto para matar uma terceira pessoa, sua mulher, viu gorados os seus propósitos pela circunstância de os destinatários da sua proposta criminosa o terem denunciado à Polícia Judiciária. O caso é apreciado na perspectiva das teorias da comparticipação e da tentativa e, uma vez integrado no quadro da figura da investigação, conclui-se pela sua completa irrelevância à luz da lei penal portuguesa em vigor".Conteúdos: Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 16 de Outubro de 2008 - Processo n.º 3867/07, 5.ª Secção (Relatório; Fundamentação; Decisão; Declaração de Jorge Soares Ramos; Declaração de Simas Santos; Voto de vencido de Souto Moura); Acórdão da 4.ª Vara Criminal do Porto de 9 de Julho de 2007 – Processo n.º 713/06.3JAPRT (Relatório; Fundamentação; O Direito; Decisão); Anotação ao Acórdão do STJ de 16-10-2008 (por Nuno Brandão).
461 _cCoimbra
_dOutubro-Dezembro 2008
_vAno 18, n.º 4
_tRevista Portuguesa de Ciência Criminal
_x0871-8563
_pp. 531-605
606 _aSUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
_9243679
606 _aHOMICÍDIO
_9240884
606 _aDIREITO PENAL
_9224698
606 _aJURISPRUDÊNCIA
_9231071
700 _aBRANDÃO
_bNuno
_9325017