000 01592nam a2200265 4500
001 373957
090 _a373957
100 _a20090623u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aHuman trafficking and forced labour
_ea criticism of the Internacional Labour Organization
_fKadriye Bakirci
311 _a* (CD 132).
330 _aNos últimos 10 anos a "International Labour Organization" (ILO) tem tratado a questão do tráfico de seres humanos na perspectiva do trabalho forçado. O objectivo do presente artigo é clarificar a terminologia (comparando definições das Nações Unidas, da União Europeia e da ILO), esclarecer as ligações entre os dois fenómenos criminais e criticar a abordagem da ILO. Conclui que, independentemente do papel das vítimas na participação em actividades criminais, as mesmas devem ser vistas enquanto vítimas e testemunhas, ressalvando que qualquer menor de 18 anos, ao abrigo dos instrumentos legais da União Europeia, não possui capacidade legal para dar consentimento à sua própria exploração.
461 _cBingley
_d2009
_vVol. 16, nº 2
_tJournal of Financial Crime
_x1359-0790
_pp. 160-165
606 _aTRÁFICO DE PESSOAS
_9264139
606 _aOIT
_9233290
606 _aESCRAVATURA
_9231675
606 _aTURQUIA
_9334175
606 _aVÍTIMA
_9918
700 _aBAKIRCI
_bKadriye
_9256264