000 01640nam a2200217 4500
001 373867
090 _a373867
100 _a20090429u y0pory50 ba
101 _aspa
200 _aCongreso policial de dactiloscopia
_fEva Soraya Ruíz García
311 _a(*). Tradução parcial do resumo inserto no próprio artigo.
330 _aDesde as pinturas rupestres, a marca da mão sempre foi um sinal identificador da humanidade. Já no ano 600 a.C., tanto na China como no Japão, se utilizava para firmar contratos ou selar acordos. Na sociedade primitiva, aos delinquentes era-lhes feita uma marca a fogo como meio de individualização e exemplificação que se chamava tatuagem policial. Todas estas marcas foram utilizadas até meados do século XIX, desaparecendo com o nascimento das doutrinas penais. Depois de grandes mudanças motivadas pelo contínuo avanço da ciência, durante as últimas décadas a dactiloscopia tem sido o método principalmente utilizado para a identificação de pessoas. O estudo comparativo das impressões digitais e marcas deixadas levou à concludente resolução de casos judiciais em que tais sinais constituíram uma evidência inegável da presença de um determinado sujeito no local do crime.
461 _cMadrid
_dDiciembre 2008
_vN.º 218
_tPolicía
_x0213-4012
_pp. 28-33
606 _aDACTILOSCOPIA
_9104133
606 _aCOLÓQUIOS, CONFERÊNCIAS, CONGRESSOS, ETC.
_9321217
606 _aESPANHA
_9330771
700 _aRUÍZ GARCÍA
_bEva Soraya
_9149619