000 02267nam a2200241 4500
001 373699
090 _a373699
100 _a20081021u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aMasculinity, rurality and violence
_fKerry Carrington, John Scott
311 _a(*) CD217. Tradução parcial do resumo inserto no próprio artigo.
330 _aA assunção de que o tamanho, o anonimato e o controlo social enfraquecido pela vivência urbana geram conflitos sociais, desorganizações e taxas mais elevadas de crime e violência, tem sido a convicção de muitas pesquisas científicas criminológicas e sociais desde o século XIX (i. e. Tönnies 1897; Shaw and McKay 1931; Levin and Lindesmith 1937; Nisbet 1970; Baldwin and Bottoms 1976; Felson 1994). O documento desafia esta convicção e questiona a utilidade da teorização que centraliza na urbe as causas da violência em ambientes rurais. Com base em dados descritivos que mostram que homens rurais apresentam um risco relativamente elevado de infligir danos a si próprios e noutros, o documento explora a questão sócio-criminológica mais ampla das razões desta possibilidade. A questão é examinada em relação aos processos de formação da comunidade que moldam a arquitectura do dia-a-dia da vida rural. Explora-se o modo como, historicamente, essa arquitectura valorizou expressões violentas de masculinidade fundamentada na relação entre o corpo masculino e a paisagem rural em que habitam – mas como a legitimidade destas expressões violentas é desafiada por vastas mudanças sociais, económicas e políticas. Uma resposta psicossocial a estas mudanças da vida rural, concluímos, é um recurso à violência enquanto ampla prática estratégica utilizada para recriar um imaginado género de ordem rural.
461 _cOxford
_dSeptember 2008
_vVol. 48, n. 5
_tBritish Journal of Criminology
_x0007-0955
_pp. 641-666
606 _aVIOLÊNCIA
_9234911
606 _aCRIMINOLOGIA SOCIAL
_9343292
606 _aAUSTRÁLIA
_9343776
700 _aCARRINGTON
_bKerry
_9145487
701 _aSCOTT
_bJohn
_9291914