| 000 | 01423nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 373591 | ||
| 090 | _a373591 | ||
| 100 | _a20080729u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aHow scared are we? _fSandra Walklate, Gabe Mythen |
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| 311 | _aTradução parcial do resumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aEste artigo fornece uma visão da evolução histórica da utilização criminológica do conceito do medo em relação ao crime e à vitimação. Traça-se os desenvolvimentos do debate sobre o medo do crime, identifica-se as suas forças e fraquezas e questiona-se o reflexo das condições sociais contemporâneas nesse debate. Distingue-se 4 modos diferentes de interrogar a vítima – cultural, político, interactivo e existencial – que trazem luz às insuficiências contemporâneas do debate sobre o medo do crime. Na conclusão avança-se com uma abordagem mais holística do medo que envolve o descentrar do crime e faz a apologia do desenvolvimento de mais pesquisas sobre a interacção entre os medos locais e visões globais do medo. | ||
| 461 |
_cOxford _dMarch 2008 _vVol. 48, n. 2 _tBritish Journal of Criminology (The) _x0007-0955 _pp. 209-225 |
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| 606 |
_aMEDO DO CRIME _9102489 |
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| 606 |
_aVITIMAÇÃO _9336840 |
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| 700 |
_aWALKLATE _bSandra _9247132 |
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| 701 |
_aMYTHEN _bGabe _9282006 |
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