| 000 | 01641nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 373577 | ||
| 090 | _a373577 | ||
| 100 | _a20080711u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_a911 homicide calls and statement analysis _eis the caller the killer? _fSusan H. Adams, Tracy Harpster |
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| 330 | _aSerá que as chamadas de emergência contêm pistas que podem ajudar a identificar o homicida? Os articulistas analisaram 100 chamadas telefónicas que solicitavam auxílio a vítimas de homicídio e concluíram que os investigadores podem estabelecer probabilidades de culpabilidade se analisarem os pedidos de socorro com base nas seguintes questões: a chamada foi sobre o quê? Sobre quem? Como foi feita? A relevância da informação disponibilizada pelo autor do pedido, a sua atitude em relação à vítima, a precisão dos factos relatados e em quem se focaliza o pedido de socorro, a atitude em relação à morte da vítima, o tom e a modularidade da voz no pedido, a urgência do pedido de ajuda e o nível de disponibilidade para cooperar com os serviços de emergência, são factores fundamentais. | ||
| 461 |
_cWashington _dJune 2008 _vVol. 77, n. 6 _tFBI Law Enforcement Bulletin _x0014-5688 _pp. 22-31 |
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| 606 |
_aHOMICÍDIO _9240884 |
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| 606 |
_aSERVIÇO DE EMERGÊNCIA _9329374 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aESTUDO DE CASOS _9322367 |
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| 700 |
_aADAMS _bSusan H. _9344888 |
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| 701 |
_aHARPSTER _bTracy _9329375 |
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