| 000 | 01640nam a2200193 4500 | ||
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| 001 | 373572 | ||
| 090 | _a373572 | ||
| 100 | _a20080708u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aChain of command _fAndrew Staniforth |
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| 330 | _aO artigo analisa a estrutura das organizações terroristas, como lideram, comandam e controlam as suas acções e operações. Algumas, logo que sentem perigar a sua segurança operacional, mudam e adaptam a sua estrutura centralizada, constituindo grupos descentralizados, pequenas células mais autónomas, que mantêm uma ligação com o órgão central de comando, como no caso do IRA (Exército Republicano Irlandês) em 1977, quando sentiu que a sua estrutura havia sido infiltrada por agentes governamentais ingleses. Outras, como a Al Qaeda, após o final do conflito no Afeganistão com a Ex-URSS, alteraram os seus objectivos, globalizaram os inimigos, descentralizaram a sua estrutura, criaram redes de células operacionais, recrutaram novos membros, forneceram-lhes treino militar e concederam-lhes autonomia suficiente para operarem sob a sua égide, perpetrar ataques em qualquer lugar, sem terem de solicitar autorização ou esperar por ordens do núcleo de comando, dificultando o trabalho dos serviços de informações que as combatem. | ||
| 461 |
_cLondon _d28 March 2008 _vVol. 116, n. 5972 _tPolice Review _x0309-1414 _pp. 26-29 |
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| 606 |
_aTERRORISMO _9410420 |
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| 606 |
_aORGANIZAÇÃO TERRORISTA _999993 |
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| 606 |
_aTÁCTICA TERRORISTA _9328388 |
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| 700 |
_aSTANIFORTH _bAndrew _977781 |
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