| 000 | 02211nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 373548 | ||
| 090 | _a373548 | ||
| 100 | _a20080509u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe role of medical examiners in law enforcement _fJ. C. Upshaw Downs |
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| 330 | _aÉ cada vez mais evidente a necessidade de cooperação entre os agentes policiais responsáveis pela investigação criminal e as equipas forenses, constituídas por médicos legistas e por outros especialistas destacados para investigar as mortes. Os sistemas de investigação dessas mortes carecem de uniformidade e proliferam desregradamente nos Estados Unidos, registando-se a existência de duas entidades – o “coroner” e o “medical examiner” – que embora se situem na mesma área de intervenção, têm origens, formação técnica ou académica e nomeação para o cargo diferentes. No artigo é analisado o papel destes profissionais na investigação criminal e define-se “cause of death” (determinação da causa da morte) e “manner of death” (descrição da circunstância em que a morte ocorreu: natural, acidente, homicídio, suicídio e indeterminada) para minimizar arbitrariedades normativas. Analisa-se a autoridade, a jurisdição, a metodologia de abordagem e a protecção do local do crime, com recurso a exemplos de casos reais. Alerta-se para o facto dos especialistas médicos poderem diferir de opinião, obrigando os responsáveis pela investigação da morte a estarem preparados para antecipar quaisquer tentativas de defesa que coloque em risco toda a investigação criminal. Apresentam-se sugestões para melhorar a cooperação entre as forças policiais e as estruturas de medicina legal e, ainda, algumas que podem ajudar na investigação de mortes de crianças. | ||
| 461 |
_cWashington _dNovember 2007 _vV. 74, n. 11 _tPolice Chief (The) _x0915-2571 _pp. 44-48 |
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| 606 |
_aMORTE _9234230 |
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| 606 |
_aCIÊNCIA FORENSE _9321508 |
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| 606 |
_aMEDICINA LEGAL _9225035 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aESTADOS UNIDOS _9334103 |
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| 700 |
_aDOWNS _bJ. C. Upshaw _976890 |
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