| 000 | 01910nam a2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 373477 | ||
| 090 | _a373477 | ||
| 100 | _a20080219u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA ameaça biológica intencional _fCarlos Penha Gonçalves |
||
| 311 | _a(*) CD 294. | ||
| 330 | _aÉ notório que o conceito de ameaça biológica tem sofrido uma considerável evolução ao longo dos últimos anos, tornando-se mais abrangente no que respeita aos cenários considerados e agentes envolvidos. As recentes ameaças e atentados globais aumentaram a credibilidade deste tipo de ataque e por isso se levantam novos desafios à coordenação nacional e internacional em relação à prontidão de resposta para múltiplos cenários. É neste contexto que o articulista apresenta a pertinência do desenvolvimento da análise de risco de acções intencionais que pode proporcionar o levantamento de cenários em que é possível especificar acções de preparação necessárias, programar o sistema de resposta apropriado e planear as acções de resposta. Seguidamente são explanados os seguintes aspectos: alvos civis e a ameaça biológica intencional; os cenários do bioterrorismo; os agentes biológicos do terrorismo; sistema de resposta ao bioterrorismo, seu planeamento e programação e capacidades do Exército português face ao bioterrorismo. | ||
| 461 |
_cLisboa _d2007 _vN.º 19 _tPlaneamento Civil de Emergência _x0871-7311 _pp. 30-34 |
||
| 606 |
_aARMA BIOLÓGICA _9344323 |
||
| 606 |
_aTERRORISMO _9410420 |
||
| 606 |
_aANÁLISE CRIMINAL _9321724 |
||
| 606 |
_aPLANO DE ACÇÃO _9326081 |
||
| 606 |
_aSEGURANÇA PÚBLICA _9244000 |
||
| 700 |
_aGONÇALVES _bCarlos Penha _9349197 |
||