000 02213nam a2200241 4500
001 373475
090 _a373475
100 _a20080219u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aOs ciber-ataques e a soberania nacional
_fLuís Sousa Cardoso
311 _a(*) CD 294.
330 _a"Para as nossas televisões e para os meios de comunicação em geral, terroristas são apenas os opositores do poder estabelecido. Por essa lógica, os representantes do poder estabelecido, seja ele legítimo ou não, jamais serão terroristas, não importando a brutalidade de seus actos. Pela mesma lógica, os nazis que foram responsáveis pelo holocausto jamais seriam terroristas; os judeus, que com armas rudimentares resistiram heroicamente no gueto de Varsóvia, sim. No meu entendimento o terrorismo é uma estratégia política e não militar, e é levada a cabo por grupos que não são fortes o suficiente para efectuar ataques abertos, sendo utilizada em época de paz, conflito e guerra. A intenção mais comum do terrorismo é causar um estado de medo na população ou em sectores específicos da população, com o objectivo de provocar num inimigo (ou seu governo) uma mudança de comportamento. Por isso mesmo irei evitar o uso da palavra terrorista nesta breve discussão sobre ciber-guerra ou guerra electrónica. Assim, a pergunta inicial que motivará esta análise deve ser: «Pode um indivíduo ou um grupo organizado usar um computador ligado a uma rede para criar desordem e destruição num ponto distante do mundo?» ou por outras palavras «Pode um indivíduo ou grupos organizados, sem recorrerem ao uso de bombas ou explosivos, afectarem um sector da economia, ou, por exemplo, quebrarem o fornecimento de energia eléctrica?»"
461 _cLisboa
_d2007
_vN.º 19
_tPlaneamento Civil de Emergência
_x0871-7311
_pp. 4-8
606 _aCIBERTERRORISMO
_9326719
606 _aCRIME VIA INTERNET
_9322772
606 _aGUERRA
_9229511
700 _aCARDOSO
_bLuís Sousa
_9349195