000 01779nam a2200229 4500
001 373461
090 _a373461
100 _a20080201u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aAtitudes face à justiça restaurativa na área metropolitana de Lisboa
_fEduardo Viegas Ferreira, Susana Santos Nogueira, Alina Esteves
330 _aOs processos de mediação não judicial, baseados nos princípios da «justiça restaurativa», têm vindo a ser apontados como importantes e eficazes mecanismos de reparação e de compensação dos danos provocados por um crime, quer para a vítima, quer para a «comunidade», quer para o próprio «criminoso». Por este motivo, os processos de mediação não judicial têm vindo a ser considerados, pelo menos num plano teórico, como eficazes factores de controlo e de prevenção da criminalidade. A sua aplicação tem, no entanto, deparado com inúmeras «resistências» culturais e sócio-politicas, que recorrem a pressupostos que não encontram qualquer sustentação empírica. Essas «resistências» têm, apesar disso, efectivamente impedido um recurso mais generalizado a processos de mediação baseados nos princípios da «justiça restaurativa». O caso português não se afasta desta tendência, como será discutido e analisado neste artigo.
461 _cLisboa
_d2002
_vSérie II, n.ºs 8 e 9
_tTemas penitenciários
_pp. 45-58
606 _aJUSTIÇA RESTAURATIVA
_9275107
606 _aMEDIAÇÃO PENAL
_9268373
606 _aVÍTIMA
_9918
700 _aFERREIRA
_bEduardo Viegas
_9320319
701 _aNOGUEIRA
_bSusana Santos
_9329403
701 _aESTEVES
_bAlina
_9266689