| 000 | 01913nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 373403 | ||
| 090 | _a373403 | ||
| 100 | _a20071114u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aLinguagem, discurso e direito _ealgumas questões de linguística jurídica _fMaria da Conceição Carapinha Rodrigues |
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| 311 | _aResume inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aO domínio de investigação que intersecta a linguagem e o Direito - aquilo a que hoje se convenciona chamar linguística jurídica - emergiu como campo de estudos à medida que os investigadores começaram a compreender o papel fundamental desempenhado pela linguagem e pelos diferentes tipos de discursos no universo jurídico. Embora radique em quadros teóricos diversificados, a disciplina abarca hoje um extenso campo de análise que se reporta a um vasto conjunto de tópicos, aqui apresentados como possíveis linhas de análise. Qualquer que seja, aliás, o enfoque pelo qual abordamos este objecto, dos traços linguísticos e textuais que percorrem a linguagem escrita dos códigos legais, às particularidades da interacção verbal em sala de audiências, passando pelo trabalho pericial do linguista em tribunal e ainda pelas reflexões geradas em torno dos mecanismos de poder que têm tradução discursiva, deparamo-nos sempre com a centralidade da linguagem nesta área profissional. E é partindo do reconhecimento desta convergência que apresentamos possíveis articulações entre os dois domínios. | ||
| 461 |
_cLisboa _dJulho-Setembro 2007 _vAno 28, n.º 111 _tRevista do Ministério Público _x0870-6107 _pp. 5-36 |
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| 606 |
_aDIREITO _9227023 |
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| 606 |
_aLINGUÍSTICA _9241547 |
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| 606 |
_aTRADUÇÃO _9268330 |
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| 606 |
_aCOMPARÊNCIA EM TRIBUNAL _9348980 |
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| 700 |
_aRODRIGUES _bMaria da Conceição Carapinha _9275265 |
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