| 000 | 02042nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 373391 | ||
| 090 | _a373391 | ||
| 100 | _a20071107u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe structured investigative interview _fAndré B. Simons, Brian Parsi Boetig |
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| 311 | _aTambém disponível em: https://www.fbi.gov/publications/leb/2007/june2007/june2007leb.htm#page9.Acedido em: 12 de Novembro de 2007. | ||
| 330 | _aO interrogatório é um dos elementos mais críticos no desenrolar de um inquérito policial. Mais do que uma série de questões colocadas pelo agente policial, o interrogatório deve ser uma conversa interactiva entre o agente e o interrogado, com vista a obter deste último o maior número de informações relevantes e precisas, reduzindo assim a possibilidade de adulteração das respostas obtidas. O interrogatório estruturado, enquanto processo dinâmico com 8 fases, não necessariamente sequenciais, fornece ao agente uma estrutura flexível, não estandardizada e adaptável a quaisquer circunstâncias. Os articulistas apresentam e comentam cada uma das fases do processo de interrogatório: “Preparation Phase”, “Introduction Phase”, “Rapport Phase”, “Questioning Phase”, “Verification Phase”, “Universal Inquiry Phase”, “Departure Phase” e “Critique Phase”. Referem ainda que a obtenção dos dados biográficos, deve ser efectuada numa fase do interrogatório que não prejudique o normal desenrolar do processo. | ||
| 461 |
_cWashington _dJune 2007 _vV. 76, n. 6 _tFBI Law Enforcement Bulletin _x0014-5688 _pp. 9-20 |
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| 606 |
_aINTERROGATÓRIO POLICIAL _9272484 |
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| 606 |
_aPOLICIA - PORTUGAL _2Tânia Lopes _9252106 |
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| 606 |
_aTÉCNICAS DE ENTREVISTA _9326570 |
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| 606 |
_aESTADOS UNIDOS _9334103 |
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| 700 |
_aSIMONS _bAndré B. _9347150 |
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| 701 |
_aBOETIG _bBrian Parsi _9328771 |
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