000 02097nam a2200241 4500
001 373385
090 _a373385
100 _a20071031u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aWhat the little eye spied
_ethe dos and don'ts of interviewing children
_fJoanna Pozzulo
330 _aPesquisas realizadas nas últimas décadas mostram que as crianças são capazes de fornecer testemunhos relevantes e detalhados sobre crimes de que foram vítimas ou que testemunharam. Contudo, os agentes policiais e judiciais deparam-se com incertezas quanto à precisão, veracidade e autenticidade desses testemunhos. Enumera-se algumas técnicas de entrevista que resultam em respostas imprecisas ou falsas e apresenta-se o protocolo "Step-Wise Interview", constituído por uma série de passos a seguir pelo entrevistador, através dos quais são colocadas questões abertas às crianças, com vista a minimizar o número de imprecisões e falsas declarações nas respostas obtidas. Aborda-se as dificuldades constatadas na utilização de bonecos anatomicamente detalhados para diagnosticar o abuso sexual de crianças, bem como, a necessidade de levar a criança a fazer avaliações comparativas quando lhe é solicitado que descreva o perpetrador em termos de estatura física e idade. Quanto ao reconhecimento e identificação de suspeitos, o articulista verifica que a identificação simultânea é mais eficaz e precisa do que a sequencial, constatando ainda maior eficácia na identificação através de eliminação, efectuada por crianças do grupo etário dos 4 aos 13 anos.
461 _cOttawa
_d2007
_vVol. 69, n.º 1
_tGazette
_x1196-6513
_pp. 20-21
606 _aINQUIRIÇÃO DE TESTEMUNHA
_9329722
606 _aTÉCNICAS DE ENTREVISTA
_9326570
606 _aCRIME CONTRA CRIANÇAS
_9343327
606 _aIDENTIFICAÇÃO DE SUSPEITOS
_9105716
606 _aESTADOS UNIDOS
_9334103
606 _aVÍTIMA
_9918
700 _aPOZZULO
_bJoanna
_9329128