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090 _a373380
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200 _aReady in one hour?
_etime to dispel a few myths about criminal profiling
_fPierre Nezan
330 _aA expressão "criminal profiling”, actualmente em voga no léxico popular, tem por base a "criminal investigative analysis", desenvolvida pelo "Behavioural Analysis Unit" (BAU) do FBI, consistindo num método sistemático, lógico e analítico de recolha da informação reunida no local do crime. O "profiler" reúne e interpreta o comportamento de um criminoso no local do crime, dá a sua opinião quanto às características do indivíduo que o teria perpetrado e disponibiliza estratégias para o estabelecimento de prioridades na determinação da lista de suspeitos. O presente artigo propõe-se esclarecer 5 mitos criados em torno do trabalho desenvolvido por estes profissionais: os “profilers” não resolvem crimes, apoiam a investigação, cabendo ao investigador criminal essa tarefa; têm formação em psicologia e uma vasta experiência em investigação criminal podendo, ocasionalmente, socorrer-se de contributos de especialistas clínicos em determinadas situações; não resolvem crimes numa hora, visto que a diversidade e o volume de vestígios recolhidos no local do crime carecem de análise científica rigorosa e, eventualmente, morosa; os criminosos, nomeadamente os sádicos, pretendem continuar com as suas fantasias desviantes e obsessivas, embora alguns tenham expressado o desejo de serem “apanhados”; não lideram a investigação criminal, apoiam os responsáveis, providenciam estratégias, analisam comportamentos, sendo, por isso, uma “ferramenta” ao serviço da investigação criminal.
461 _cOttawa
_d2007
_vVol. 69, n.º 1
_tGazette
_x1196-6513
_pp. 14-15
606 _aPERITO
_9344589
606 _aANÁLISE CRIMINAL
_9321724
606 _aINFORMAÇÃO CRIMINAL
_9321297
606 _aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9229431
606 _aPERFIL PSICOLÓGICO
_9320881
606 _aCANADÁ
_9332104
700 _aNEZAN
_bPierre
_9329125