| 000 | 01765nam a2200241 4500 | ||
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| 001 | 373364 | ||
| 090 | _a373364 | ||
| 100 | _a20070924u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aCrise do Estado e administração da justiça _fJ. P. Baptista Dias |
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| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aAs democracias assentam na ideia de contrato social. Tratando-se de uma obrigação complexa e contraditória, é susceptível de ampliação, redução ou mesmo de colapso. O crescimento do "Welfare State" visou a integração do proletariado na sociedade das economias capitalistas, pretendendo reduzir a litigiosidade social. Porém, o crescimento das administrações públicas prestacionais propiciou mais amplos factores de conflito que as crises das décadas de 70 e 80 potenciaram, colocando globalmente em situação de pré-colapso o sistema de segurança colectiva e em especial o subsistema de administração de justiça.Em Portugal, estes problemas são fortemente agravados pela ausência de uma profunda reforma da administração pública. Neste contexto, é analisada a crise de legitimidade do poder judicial, a crise de modelo de gestão dos tribunais e a crise de formação dos magistrados e funcionários judiciais. | ||
| 461 |
_cBraga _d2000 _vVol. 1, nº 2 _tRevista de Administração e Políticas Públicas _x0874-9086 _pp. 68-82 |
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| 606 |
_aESTADO _9226390 |
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| 606 |
_aADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA _9224779 |
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| 606 |
_aFORMAÇÃO DE MAGISTRADOS _9261411 |
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| 606 |
_aPODER JUDICIAL _9228929 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA ECONÓMICA _9233808 |
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| 606 |
_aORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA _9410458 |
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| 700 |
_aDIAS _bJ. P. Baptista _9221779 |
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