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100 _a20070723u y0pory50 ba
101 _afre
200 _aDe la déontologie des hooligans
_fBertrand Fincœur
330 _aA Bélgica foi palco de uma das maiores tragédias ligadas à violência entre grupos de apoiantes de clubes de futebol, tendo o fenómeno do holiganismo vindo a ser estudado nas universidades belgas. O presente artigo analisa as "regras" de funcionamento dos confrontos violentos entre estes grupos de holíganes que, embora não estejam formalizadas, têm o seu consenso tácito e são do conhecimento de todos, sendo o não cumprimento dessas regras punido dentro do próprio grupo, no qual o líder assume o papel de disciplinador. Tendo em vista uma melhor gestão da informação policial, o Conselho da Europa elaborou uma escala de classificação dos adeptos clubísticos com 3 categorias (A, B e C) de acordo com o risco que representam para a segurança do espectáculo. A regra que não permite que os grupos de holíganes se envolvam em confrontos com adeptos não pertencentes a um grupo organizado rival, é por vezes desvirtuada pela intrusão no grupo de militantes de extrema direita, que se confrontam com outros bandos por questões marginais, nomeadamente, a imigração. Refere-se ainda, além do princípio segundo o qual os grupos só se batem com os seus homólogos rivais, que os confrontos obedecem a 3 regras essenciais: respeito pelo equilíbrio numérico entre adversários, combate sem recurso a armas e poupar os adversários que estiverem no chão.
461 _cBruxelles
_dAvril 2007
_v87e année, nº 4
_tRevue de Droit Penal et de Criminologie
_x0035-4384
_pp. 344-350
606 _aHOLIGANISMO
_9349122
606 _aFUTEBOL
_9239668
606 _aVIOLÊNCIA NO DESPORTO
_9254452
606 _aSEGURANÇA NO DESPORTO
_9325644
606 _aBÉLGICA
_94670
700 _aFINCŒUR
_bBertrand
_9328258