| 000 | 01870nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 373281 | ||
| 090 | _a373281 | ||
| 100 | _a20070709u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA vertente europeia-continental e a vertente atlântico-global na política externa portuguesa _fRui Pereira |
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| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aNo presente artigo, propomo-nos analisar as vertentes europeia-continental e atlântico-global na política externa portuguesa. Começamos por fazer uma breve retrospectiva evolutiva, identificando três grandes modelos de inserção internacional de Portugal, que correspondem a momentos históricos específicos. Seguidamente, detemo-nos nos vectores de modernização e compensação, associando o primeiro vector à matriz europeia-continental e o segundo à atlântico-global. Argumentamos, nomeadamente, que um deve ser indissociável do outro, sob pena da política externa portuguesa ser reduzida a uma condição cada vez mais periférica pelo que poderá perder relevância. Por último, reflectimos sobre as condições de afirmação de Portugal no mundo, destacando elementos incontornáveis como a projecção da língua, a ligação ao mar e a vocação universalista do povo português, chamando a atenção para a necessária adaptação da nossa diplomacia ao novo contexto de acção externa do Estado, que pressupõe uma articulação coerente e equilibrada entre as dimensões política, económica e cultural. | ||
| 461 |
_cLisboa _dPrimavera 2007 _v3ª Série, nº 116 _tNação e Defesa _x0870-757X _pp. 107-115 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA _9230899 |
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| 606 |
_aRELAÇÕES INTERNACIONAIS _9228153 |
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| 606 |
_aSEGURANÇA EUROPEIA _9246389 |
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| 606 |
_aEUROPA _9326972 |
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| 700 |
_aPEREIRA _bRui _9325646 |
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