| 000 | 02435nam a2200313 4500 | ||
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| 001 | 373277 | ||
| 090 | _a373277 | ||
| 100 | _a20070704u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe role of computer crime investigators in counter terrorism and intelligence gathering _fMarcus Rogers |
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| 311 | _a(*) CD 294. | ||
| 330 | _aO papel do investigador criminal tem vindo a modificar-se. O mundo mudou, a natureza do crime tornou-se mais complexa. As linhas de separação entre criminosos, organizações criminosas e grupos terroristas, são praticamente inexistentes. Perante a rápida evolução tecnológica, na qual a internet assume um papel preponderante, verifica-se que as organizações criminosas e terroristas utilizam estas novas tecnologias com vista a recrutar membros e apoiantes, a publicitar as suas actividades e ideais, a angariar fundos e, também, como um meio privilegiado para comunicar e recolher informações. Tendo presente este tipo de problemáticas dá-se a conhecer o "Joint Terrorism Task Force" do FBI, cujo objectivo consiste em incentivar e coordenar os diferentes órgãos policiais (SLE) estaduais, locais ou os que prestam serviço em comunidades índias (Tribal Law Enforcement Agencies), a recolher, partilhar e disponibilizar informação para a luta contra o terrorismo. A existência, nas SLE, de investigadores devidamente formados é fundamental. A conversão do investigador especializado em criminalidade informática, para uma área mais abrangente da recolha de informação pertinente no combate ao terrorismo, requer uma formação de aperfeiçoamento mínima, que poderá ser ministrada por instituições identificadas no presente artigo. | ||
| 461 |
_cGlen Allen, VA _dMarch-June 2007 _vVol. 3, n.º 1 _tInformant _pp. 28, 42 |
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| 606 |
_aCIBERTERRORISMO _9326719 |
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| 606 |
_aCRIME INFORMÁTICO _9301395 |
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| 606 |
_aANÁLISE CRIMINAL _9321724 |
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| 606 |
_aINFORMAÇÃO CRIMINAL _9321297 |
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| 606 |
_aESTADOS UNIDOS _9334103 |
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| 700 |
_aROGERS _bMarcus _9349115 |
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