000 02175nam a2200277 4500
001 373269
090 _a373269
100 _a20070608u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO efeito-à-distância das proibições de prova no direito processual penal português
_fHelena Morão
311 _a(*). O presente estudo corresponde, com algumas alterações e actualizações bibliográficas, ao trabalho apresentado como relatório de Mestrado em Ciências Jurídico-Criminais na Faculdade de Direito de Lisboa, em Setembro de 2002, no âmbito do Seminário de Direito Processual Penal e Direitos das Pessoas, sob regência da Prof.ª Dr.ª Fernanda Palma.
330 _aIntrodução. 1. Formulação e delimitação do problema em análise. 2. Enquadramento jurídico-comparatístico. I. Pressupostos sistemáticos. 1. Delimitação do instituto das proibições de prova: uma selecção constitucional de direitos fundamentais dotada de um regime reforçado. 2. Regime das proibições de prova: independência técnica e relação com o sistema das nulidades processuais. II. Fundamento constitucional do efeito-à-distância. III. Análise crítica das soluções conciliatórias. 1. Orientações para o caso concreto. 2. Orientações inspiradas na teoria material da imputação objectiva. 2.1. A esfera de protecção da norma como orientação dogmática. 2.2. A concepção dos percursos hipotéticos de investigação. 3. Posição adoptada: processos de conhecimento independentes e limpeza do processo. Conclusão.
461 _cCoimbra
_dOutubro-Dezembro 2006
_vAno 16, n.º 4
_tRevista Portuguesa de Ciência Criminal
_x0871-8563
_pp. 575-620
606 _aMEIO DE PROVA
_9243746
606 _aVALOR PROBATÓRIO
_921050
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
606 _aACTUAÇÃO POLICIAL
_912509
606 _aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9229431
606 _aDIREITO COMPARADO
_9224769
700 _aMORÃO
_bHelena
_9328967