| 000 | 02134nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 373248 | ||
| 090 | _a373248 | ||
| 100 | _a20070517u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aIntrodução à gestão de crises _fJosé Pimentel Furtado |
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| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aNos últimos vinte anos a palavra «crise» vem sendo cada vez mais empregue. Tudo está em crise. É a crise do ensino, a crise económica, a crise da justiça, da segurança social, do sistema. Após o 11 de Setembro de 2001 o emprego da expressão «crise» ganhou novo alento, reforçado por uma série catastrófica de acontecimentos de impacto mundial, como a guerra do Iraque, os atentados de 11 de Março em Madrid, a carnificina das crianças de Beslan, o tsunami de 26 de Dezembro de 2004, os atentados de Londres em 7 de Julho de 2005, a devastação de New Orleans pelo furacão Katrina e o conjunto de furacões sucessivos, cada vez mais devastadores, que atingiram a costa leste do continente americano, no Outono de 2005. O autor pretende com este artigo fazer uma breve introdução ao método de gestão de crises, numa perspectiva de segurança e de protecção civil. Conteúdos: 1. Elementos caracterizadores da situação de crise: 1.1. Risco grave; 1.2. Perda de controlo da situação; 1.3. Escassez de informação; 1.4. Escassez de tempo; 1.5. Escassez de meios. 2. Objectivos principais do método de gestão de crises. 3. Definição «operacional» de crise. 4. Fases do processo de gestão: 4.1. Gestão do risco; 4.2. Preparação; 4.3. Resposta; 4.4. Recuperação; 4.5. Continuidade da operação; 4.6. Normalidade restabelecida. 5. O esquema do processo de gestão de crises. 6. Conclusões. | ||
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_cRanholas _dJaneiro-Dezembro 2006 _vAno 10, n.º 37 _tRevista enB _x0874-5536 _pp. 55-63 |
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| 606 |
_aGESTÃO DE CRISES _9343422 |
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| 606 |
_aPROTECÇÃO CIVIL _9282742 |
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| 606 |
_aSEGURANÇA PÚBLICA _9244000 |
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| 700 |
_aFURTADO _bJosé Pimentel _9349102 |
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