| 000 | 02097nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 373229 | ||
| 090 | _a373229 | ||
| 100 | _a20070508u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aGrupos de interesses _fJoão Caupers, Maria Lúcia Amaral |
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| 300 | _a(*). | ||
| 330 | _aIntrodução: a) Objecto e método do problema posto. Análise comparada, análise politológica e análise jurídica; b) A abordagem adoptada. Parte I - Lobbies, lobbying, grupos de pressão e grupos de interesse: 1. O grupo de interesse - um conceito fundamental; 2. O âmbito do conceito. Parte II - Os grupos face à constituição: 3. Legitimidade e legitimação da acção dos lobbies. Grupos de interesse e princípio democrático; 4. A tese de ilegitimação. Sua crítica: 4.1. Grupos de interesse e tradição do pensamento político; 4.2. Grupos de interesse, partidos políticos e democracia de massas; 4.3. Grupos de interesse, constitucionalismo norte-americano e constitucionalismo europeu continental; 5. Remédios e paliativos. As possibilidades da acção reguladora do Direito no domínio da acção dos lobbies: proibição, tolerância ou institucionalização. Parte III - Os grupos em Direito Comparado: 6. A resposta tipicamente europeia: os conselhos consultivos; 7. A resposta norte-americana: os lobbies e o seu registo; 7.1. Noção; 7.2. Legitimidade do lobbying: 7.2.1. Os lobbists; 7.2.2. Os "alvos" do lobbying; 7.2.3. Actividades proibidas. 8. Violação da lei. Conclusão: A regulamentação do lobbying em Portugal: Uma necessidade, um capricho ou um nonsense? | ||
| 461 |
_cLisboa _d1999 _vVol. 40, n.º 1 e 2 _tRevista da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa _x0870-3116 _pp. 23-43 |
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| 606 |
_aTRÁFICO DE INFLUÊNCIA _9109731 |
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| 606 |
_aDIREITO COMPARADO _9224769 |
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| 606 |
_aCONSTITUIÇÃO _9225675 |
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| 700 |
_aCAUPERS _bJoão _9321864 |
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| 701 |
_aAMARAL _bMaria Lúcia _9226204 |
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