| 000 | 01486nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 373215 | ||
| 090 | _a373215 | ||
| 100 | _a20070507u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDesporto, Estado e sociedade civil _eà volta de alguns temas de direito desportivo _fJosé Augusto Garcia Marques |
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| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aAtravés da exemplificação com algumas situações típicas, procura-se evidenciar aqui o clima de tensão que subjaz às relações que, nos horizontes do fenómeno jurídico-desportivo, se estabelecem entre os órgãos do poder político e as instituições representativas do movimento associativo. Pensa-se que ficará demonstrada a dificuldade de encontrar os justos pontos de equilíbrio entre a desejável autonomia do "movimento associativo desportivo" e a indispensável intervenção do Estado. Hierarquizar e limitar os poderes, "despolitizar" a sociedade civil são, aqui também, objectivos fundamentais numa sociedade democrática, construída sob a égide de um Estado de Direito. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dJaneiro/Março 1994 _vN.º 8 _tSub Judice - Justiça e Sociedade _x0872-2137 _pp. 23-33 |
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| 606 |
_aDESPORTO _9226761 |
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| 606 |
_aESTADO DE DIREITO _9225665 |
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| 606 |
_aRESPONSABILIDADE DO ESTADO _9224757 |
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| 606 |
_aVIOLÊNCIA NO DESPORTO _9254452 |
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| 700 |
_aMARQUES _bJosé Augusto Garcia _9223699 |
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