000 01813nam a2200217 4500
001 373205
090 _a373205
100 _a20070423u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aAddressing crime in companies
_efirst findings from global survey of economic crime
_fKai-D. Bussmann, Markus M. Werle
311 _aTradução do resumo inserto no próprio artigo.
330 _aO crime económico foi examinado num estudo global em mais de 5500 empresas. Este levantamento combina informação sobre empresas, vitimação de empresas e sobre a detecção e processamento de 2900 incidentes de crime económico. Os resultados mostram que o crime económico está espalhado e os riscos são subestimados pelas companhias. Aproximadamente metade dos autores eram trabalhadores da própria empresa, em particular, e excessivamente representado, o topo da administração. As empresas estão a desenvolver algumas estratégias de controlo e prevenção para fazer frente aos riscos da criminalidade económica. Contudo, a resposta mundialmente mais frequente não é intentar acusações criminais, particularmente contra perpetradores de dentro da empresa. As reacções da empresa são frequentemente motivadas pela minimização da perda de reputação, o que, relativamente ao crime económico resulta em tratamento privilegiado tanto para os delinquentes internos como para os delinquentes de estatuto elevado.
461 _cOxford
_dNovember 2006
_vVol. 46, n. 6
_tBritish Journal of Criminology (The)
_x0007-0955
_pp. 1128-1144
606 _aCRIME ECONÓMICO
_9238882
606 _aEMPRESA
_9226657
700 _aBUSSMANN
_bKai-D.
_968316
701 _aWERLE
_bMarkus
_9349095