| 000 | 02200nam a2200253 4500 | ||
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| 001 | 373201 | ||
| 090 | _a373201 | ||
| 100 | _a20070423u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aWomen and white-collar crime _edebates on gender, fraud and the corporate economy in England and America, 1850-1930 _fGeorge Robb |
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| 311 | _aTradução do resumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aNa sociedade vitoriana, as mulheres da classe média estavam particularmente vulneráveis a crimes de colarinho branco. Negadas as oportunidades de ganharem o seu próprio sustento, as mulheres solteiras estavam especialmente dependentes do capital investido. As mulheres, de facto, constituíram uma parte significativa dos investidores durante o séc. XIX, especialmente em áreas-chave da economia como a banca, os caminhos-de-ferro e os seguros. Contudo, as noções burguesas de distinção requeriam que a mulher permanecesse ignorante em questões de dinheiro e se abstivesse da participação activa em negócios, deixando as mulheres especialmente expostas a toda a espécie de fraude e prevaricação. Este artigo recorre a literatura financeira, debates em jornais e ficção popular para demonstrar como as mulheres foram vitimadas pelo crime de colarinho branco. A vitimação financeira da mulher era um tema comum na imprensa popular, jornais económicos e ficção. Estes discursos contribuíram para um discurso feminista de emancipação económica e política, tendo sufragistas e outros progressistas argumentado que as mulheres tiveram de reformar um sistema económico-financeiro no qual tanto eram marginalizados como estavam profundamente envolvidos. | ||
| 461 |
_cOxford _dNovember 2006 _vVol. 46, n. 6 _tBritish Journal of Criminology (The) _x0007-0955 _pp. 1058-1072 |
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| 606 |
_aCRIME DE COLARINHO BRANCO _9320818 |
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| 606 |
_aFRAUDE FINANCEIRA _9101555 |
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| 606 |
_aCRIME CONTRA MULHERES _9345286 |
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| 606 |
_aVITIMAÇÃO _9336840 |
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| 606 |
_aINGLATERRA _9332835 |
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| 606 |
_aESTADOS UNIDOS _9334103 |
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| 700 |
_aROBB _bGeorge _9281964 |
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