| 000 | 02199nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 373190 | ||
| 090 | _a373190 | ||
| 100 | _a20070419u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe media construction of finantial white-collar crimes _fMichael Levi |
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| 311 | _aTradução do resumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aOs crimes de burla são tratados pelos meios de comunicação social enquanto extensões de "infotainment", como celebridades individuais e empresariais em apuros, pessoas "normais" que se viram para a fraude por causa das drogas, do jogo ou do sexo; casos prontamente visualizáveis e muitas vezes de pequenas fraudes (como "fraude de identidade" ou "skimming de cartões") ligados ao "crime organizado" ou "terrorismo"; ou encobrimento a longo prazo de fraude que mostra que o "establisment" é incompetente ou que os empresários/políticos são hipócritas. Estes temas populistas, as acusações e acções reguladoras, as Organizações não-governamentais activas (ONGs) e os grupos de pressão, as tecnologias de comunicação e os riscos de calúnia influenciam quais as actividades empresariais etiquetadas como "fraude" ou "corrupção". Contudo, a imprensa, em crescimento, especializada em negócios e em tecnologia, bem como os meios de comunicação electrónicos relatam mundialmente casos menos sensacionais envolvendo danos em matéria de reputação, perspectivas de negócio e vulnerabilidade tecnológica e estes afectam empresários (se não o público em geral) de formas que podem ser negligenciadas pelos meios de comunicação social tradicionais e pelos estudos sobre criminalidade. | ||
| 461 |
_cOxford _dNovember 2006 _vVol. 46, n. 6 _tBritish Journal of Criminology (The) _x0007-0955 _pp. 1037-1057 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA E COMUNICAÇÃO SOCIAL _9343307 |
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| 606 |
_aCRIME ECONÓMICO _9238882 |
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| 606 |
_aCRIME DE COLARINHO BRANCO _9320818 |
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| 606 |
_aFRAUDE FINANCEIRA _9101555 |
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| 606 |
_aCORRUPÇÃO _9229145 |
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| 700 |
_aLEVI _bMichael _9330395 |
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