| 000 | 02257nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 373186 | ||
| 090 | _a373186 | ||
| 100 | _a20070419u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe institutionalization of deceptive sales in life insurance _efive sources of moral risk _fRichard V. Ericson, Aaron Doyle |
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| 311 | _aCD 296. Tradução do resumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aOs dados de uma entrevista e de natureza etnográfica são utilizados para mostrar como as práticas de venda enganadora são frequentes e institucionalizadas na indústria dos seguros de vida. Os dados são analisados utilizando o conceito de "risco moral": a tendência paradoxal da estrutura e cultura da instituição seguradora para facilitar e encorajar comportamentos de risco em nome de vários intervenientes, nas relações de seguros, neste caso o comportamento das seguradoras e seus agentes que põe em risco os consumidores, através de vendas enganadoras. Apresenta-se prova empírica de cinco fontes-chave de risco moral que são parte da estável estrutura e cultura das vendas de seguros de vida. Embora o risco moral tenha sido penetrante nas vendas de seguros de vida desde o nascimento da indústria, articula-se com tendências sociais contemporâneas chave: a responsabilização do consumidor individual, a erosão da rede de segurança social, a fragmentação, o individualismo e a atenuação de laços familiares, o crescimento de uma força de trabalho "flexível" e a desresponsabilização reguladora do Estado. As práticas de venda enganadora corroem a confiança e promovem ainda mais individualismo, apagando o potencial do seguro enquanto mecanismo de solidariedade social. | ||
| 461 |
_cOxford _dNovember 2006 _vVol. 46, n. 6 _tBritish Journal of Criminology (The) _x0007-0955 _pp. 993-1010 |
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| 606 |
_aFRAUDE CONTRA SEGURADORA _9344999 |
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| 606 |
_aCORRUPÇÃO _9229145 |
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| 700 |
_aERICSON _bRichard V. _9253868 |
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| 701 |
_aDOYLE _bAaron _9281963 |
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