| 000 | 02099nam a2200229 4500 | ||
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| 001 | 373179 | ||
| 090 | _a373179 | ||
| 100 | _a20070417u y0pory50 ba | ||
| 101 | _afre | ||
| 200 |
_aDe la violence conjugale à la violence juvénile _fMohamed Guedah |
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| 311 | _aTradução do resumo inserto no próprio artigo. Publicação integral disponível em: https://www.polymedia.ch/htdocs/Files/Criminologie/CR-archives/RICPTS_2007-01.pdf.pdf.Acedido a 05 de Agosto de 2011. | ||
| 330 | _aNão existe nenhuma estatística fiável que permita medir a amplitude da violência conjugal para com as mulheres de Marrocos. Não obstante, a violência intrafamiliar e a violência conjugal para com as mulheres em particular, são muito frequentes ao ponto de se tornar um verdadeiro flagelo denunciado repetidamente por organismos internacionais. O presente estudo parte da hipótese de que a violência conjugal relativamente às mulheres tem efeitos devastadores (traumatismos, angústia, depressão, ferimentos) sobre as vítimas, mas tem igualmente consequências dramáticas sobre as suas crianças. Dito de outra forma, dentro de uma sociedade machista, a violência sofrida pela mulher pode, por vezes, ser transferida sobre o seu filho. Este pode, então, entrar em conflito aberto com a lei e afundar-se numa violência mortífera. Através desta violência, o adolescente expressaria não apenas os seus próprios tormentos, mas também os da sua mãe, ligados à violência conjugal sofrida e a maus tratos não reconhecidos e frequentemente negados pelo conjunto do sistema familiar e sociocultural. | ||
| 461 |
_cGenève _dJanvier-Mars 2007 _vVol. 60, n. 1 _tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique _x1424-4683 _pp. 4-30 |
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| 606 |
_aVIOLÊNCIA DOMÉSTICA _9410456 |
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| 606 |
_aVIOLÊNCIA JUVENIL _9336066 |
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| 606 |
_aMAUS TRATOS CONTRA MULHERES _9343562 |
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| 606 |
_aMARROCOS _9334178 |
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| 700 |
_aGUEDAH _bMohamed _9329117 |
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