| 000 | 01560nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 373176 | ||
| 090 | _a373176 | ||
| 100 | _a20070416u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aShell shock _fSteven M. Crimando |
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| 330 | _aOs efeitos psicológicos de desastres em larga escala são geralmente negligenciados pelos responsáveis pela elaboração dos planos de emergência. O articulista explica como a informação clínica pode ser utilizada em termos tácticos aquando da preparação dos citados planos. São analisados 3 tipos de respostas comportamentais de emergência que devem ser consideradas na planificação de situações de respostas de emergência: Tipo I, ajuda entre vizinhos; tipo II, medo do vizinho, ou seja, medo de que o vizinho possa estar doente e possa vir a contagiar a sua família; tipo III, o pânico. Constata-se que os terroristas procuram criar sensações de medo extremo e ansiedade e levar as populações atingidas a um estado de pânico. Conclui-se que se devem considerar todos estes comportamentos e utilizar a informação clínica das respostas destas populações quando confrontadas com desastres naturais ou com actos de terrorismo. | ||
| 461 |
_cSurrey _dFebruary 2007 _vV. 17, n. 2 _tIntersec _x0963-0058 _pp. 32-34 |
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| 606 |
_aPROTECÇÃO CIVIL _9282742 |
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| 606 |
_aDESASTRE DE MASSAS _9343468 |
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| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 700 |
_aCRIMANDO _bSteven M. _9349088 |
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