000 02129nam a2200229 4500
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090 _a373011
100 _a20070112u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO que se sabe e nunca se diz
_eos maus tratos à infância numa perspectiva histórica
_fJordi Planella
311 _aResumo inserto no próprio artigo.
330 _a"No mundo actual, dominado pela tecnologia, é um ‘luxo’ determo-nos em aspectos que podemos quase qualificar como românticos. Referimo-nos a determo-nos para conhecer a história, os fundamentos que nos permitem conhecer o presente e prever o futuro, a história. Não uma história qualquer ou geral. Referimo-nos a uma história especial, à história da crua realidade que muitas crianças sofreram ao longo dos séculos até chegar à nossa actualidade. Uma história dos que cresceram no seio de uma família que lhes deu aquilo de que necessitavam para crescer e fazerem-se pessoas adultas responsáveis, mas também das outras crianças que cresceram, século após século, entre oscilações, dificuldades e penúria e que, por vezes, não passaram as portas da infância (ou até passaram directamente a adultos, embora com corpo de crianças)." Pontos abordados: 1. A história da infância - recuperar as vivências daqueles que ficaram à margem da história 2. Egipto, mundo judaico, Grécia e Roma. 3. O Outono da infância - a Idade Média e o Renascimento. 4. Do Barroco às Luzes, a grande clausura - o nascimento das grandes instituições de asilo. 5. As novidades do século XIX. 6. Século XX - a protecção à infância. 7. A perversão da protecção à infância - para que serve proteger? 8. Adenda.
461 _cLisboa
_dOutubro-Dezembro 2000
_vN.º 4
_tInfância e Juventude
_x0870-6565
_pp. 99-120
606 _aMAUS TRATOS CONTRA CRIANÇAS
_9343418
606 _aCRIME CONTRA CRIANÇAS
_9343327
606 _aANÁLISE SOCIAL
_93558
700 _aPLANELLA
_bJordi
_9328026