| 000 | 01985nam a2200277 4500 | ||
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| 001 | 372980 | ||
| 090 | _a372980 | ||
| 100 | _a20061229u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aHow sexual abuse interviews go astray _bRecurso eletrónico _eimplications for prosecutors, police, and child protection services _fJames M. Woods, Sena Garven |
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| 311 | _aFicheiro de 143 Kb em formato pdf. | ||
| 330 | _aSempre que um funcionário de polícia faz uma entrevista deverá observar determinados procedimentos, para não pôr em risco o êxito de uma investigação. Se o entrevistado for uma criança será aconselhável uma especial atenção, sublinhando o artigo que, por exemplo, uma entrevista mal conduzida feita a crianças abusadas sexualmente pode levar a distorções e seguir duas más direcções: a entrevista tecnicamente incorrecta pode potenciar falsos testemunhos; a entrevista desastrada que, embora possa não produzir falsos testemunhos, pode ter efeitos nefastos na criança entrevistada. O artigo aborda, clarifica e distingue-as, sugerindo que a mais comum é a entrevista dita desastrada e mostra os efeitos e as implicações para o Ministério Público, para a polícia, e para os serviços sociais de protecção de crianças. O articulista afirma, ainda, que esta é a mais difícil de eliminar e a mais resistente às tentativas de mudança. | ||
| 461 |
_cThousand Oaks, CA _dMay 2000 _vVol. 5, n. 2 _tChild Maltreatment _x1552-6119 _pp. 109-118 |
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| 606 |
_aCRIME SEXUAL _9242574 |
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| 606 |
_aTÉCNICAS DE ENTREVISTA _9326570 |
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| 606 |
_aVALOR PROBATÓRIO DO TESTEMUNHO _9343268 |
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| 606 |
_aESTADOS UNIDOS _9334103 |
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| 606 |
_aCRIANÇA _95150 |
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| 700 |
_aWOODS _bJames M. _9348998 |
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| 701 |
_aGARVEN _bSena _9348999 |
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