| 000 | 01888nam a2200265 4500 | ||
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| 001 | 372962 | ||
| 090 | _a372962 | ||
| 100 | _a20061222u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aIn the best interests of battered women _bRecurso eletrónico _ereconceptualizing allegations of failure to protect _fRandy Magen |
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| 311 | _aFicheiro de 131 Kb em formato pdf | ||
| 330 | _aA violência doméstica, nomeadamente os maus tratos contra crianças e contra mulheres existe nalgumas famílias. É um erro comum julgar que a mulher agredida foi negligente ao assistir a maus tratos infligidos ao(s) seu(s) filho(s). O comportamento da mulher agredida para com o(s) seu(s) filho(s) deteriora-se à medida que vai continuando a ser agredida. O artigo aborda as dificuldades para teorizar, conceber e aplicar medidas de protecção a crianças maltratadas. Mostra que testemunhar violência doméstica não é, por inerência, mau trato a criança. Revela que a mulher agredida e respectivo(s) filho(s) não têm necessariamente de sair de casa para solucionar o problema. O articulista sugere aos profissionais responsáveis um exame mais rigoroso às diferentes e complexas situações, concluindo com sugestões em matéria de oferta de formação, legislação, pesquisas e boas práticas. | ||
| 461 |
_cThousand Oaks, CA _dMay 1999 _vVol. 4, n. 2 _tChild Maltreatment _x1552-6119 _pp. 127-135 |
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| 606 |
_aVIOLÊNCIA DOMÉSTICA _9410456 |
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| 606 |
_aMAUS TRATOS CONTRA CRIANÇAS _9343418 |
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| 606 |
_aMAUS TRATOS CONTRA MULHERES _9343562 |
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| 606 |
_aESTADOS UNIDOS _9334103 |
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| 700 |
_aMAGEN _bRandy H. _9348984 |
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