| 000 | 02875nam a2200241 4500 | ||
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| 001 | 372946 | ||
| 090 | _a372946 | ||
| 100 | _a20061218u y0pory50 ba | ||
| 101 | _afre | ||
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_aLa déontologie des magistrats au service de l'éthique judiciaire _eactualité de la réflexion sur la responsabilité et la déontologie des magistrats en France _fJean-François Kriegk |
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| 330 | _aActualidade da reflexão sobre a responsabilidade e a deontologia dos magistrados em França: a deontologia dos magistrados ao serviço da ética judiciária. A ética tem sido esquecida nas reformas da justiça. A deontologia dos magistrados é frequentemente confundida com a responsabilidade ou a ética. A Responsabilidade Civil. A criação de um novo regime de responsabilidade civil dos magistrados deve ser posto em confronto com os inconvenientes que dele resultam: um equilíbrio satisfatório deve ser encontrado no alargamento da responsabilidade do Estado pelo funcionamento defeituoso do serviço da justiça, na renovação do regime disciplinar e mais larga publicidade conferida ao processo disciplinar. A responsabilidade disciplinar. Necessidade de um mecanismo de "vigília deontológica". A deontologia. A deontologia tende a associar o trabalho do magistrado à sua função. Vida privada. O juramento. A elaboração de regras profissionais. A obrigação de reserva. Magistrados do Ministério Público. Gestão das situações patológicas. Magistrados não profissionais. Certas decisões de justiça são hoje publicamente contestadas pelos representantes do Estado. Com o aumento do "populismo penal", a denúncia do mau juiz tornou-se no ponto de fixação da indignação colectiva. Seria imprudente acreditar na ideia de que se pode pôr em causa a responsabilidade pessoal do magistrado. Em nenhum país, salvo de maneira puramente teórica em Itália, existe responsabilidade dos magistrados pelas suas decisões jurisdicionais. A justiça, nos meios destas contradições, atiçadas pelos media, tenta evitar ser refém das paixões da sociedade. A deontologia é distinta da disciplina e deve estar ligada aos valores fundamentais que representam a independência e a imparcialidade. ... muitas coisas repousam sobre a ética do juiz, de que se não fala nunca e se situam para lá do direito. | ||
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_cCoimbra _dJulho-Setembro 2005 _vN. 32 _tSub Judice - Justiça e Sociedade _x0872-2137 _pp. 67-83 |
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| 606 |
_aÉTICA E DIREITO _9343281 |
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| 606 |
_aDEONTOLOGIA PROFISSIONAL _9225874 |
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| 606 |
_aMAGISTRADO JUDICIAL _9243074 |
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| 606 |
_aMAGISTRADO DO MINISTÉRIO PÚBLICO _9276154 |
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| 606 |
_aRESPONSABILIDADE CIVIL _9227662 |
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| 606 |
_aFRANÇA _9249373 |
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| 700 |
_aKRIEGK _bJean-François _9241902 |
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