000 01632nam a2200217 4500
001 372910
090 _a372910
100 _a20061107u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aIdentity crime
330 _aO artigo inicia com uma definição de "identity theft" alertando de seguida para o aumento do número de fraudes relacionadas com o furto de identidade. O crescimento galopante deste tipo de criminalidade deve-se sobretudo ao fácil acesso às tecnologias que permitem a falsificação de documentos de identificação (computadores portáteis, scanners, software de edição) e à internet, a qual confere um nível de anonimato bastante satisfatório. De forma sucinta dá-se a conhecer a equipa multidisciplinar do MFI – "Major Fraud Investigation" – responsável por determinar padrões nas áreas dos crimes de alta tecnologia e de identidade, as parcerias instituídas com agências governamentais, instituições financeiras e indústrias privadas, fazendo-se ainda referência às tendências no âmbito do furto de identidade e aos desafios colocados ao MFI. Descreve-se o "modus operandi" de um grupo de crime organizado em Perth (Austrália) e a Operação Longjaw.
461 _cEast Perth
_dJanuary-March 2003
_vIssue 17
_tNewsbeat
_x1441-2470
_pp. 6-7
606 _aFURTO DE IDENTIDADE
_9327417
606 _aFALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO
_997862
606 _aDOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO
_9343849
606 _aMODUS OPERANDI
_9320489
606 _aAUSTRÁLIA
_9343776