| 000 | 01947nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 372896 | ||
| 090 | _a372896 | ||
| 100 | _a20061030u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aExpert decision making in burglars _fClaire Nee, Amy Meenaghan |
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| 311 | _aTradução do resumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aEste documento começa por analisar as pesquisas sobre o processo cognitivo utilizado por assaltantes de residências quando escolhem alvos. Tentamos, em seguida, estabelecer ligações entre este processo e a noção de especialização na literatura cognitiva mais ampla, na medida em que, em comparação com principiantes, o processo parece arredado de uma deliberação explícita, sendo as acções realizadas de uma forma célere e metódica e o reconhecimento dos estímulos ou sinais relevantes extremamente veloz, se não instantâneo. Apresentamos, depois, novos dados a partir de entrevistas com 50 assaltantes de residências, com experiência. Fazemos uma abordagem à decisão inicial de fazer um assalto e à selecção do alvo, seguida pela primeira vez no Reino Unido, de uma análise das estratégias de actuação no interior da residência. Quarenta e cinco dos 50 assaltantes tiveram um padrão de actuação previsível e 37 descreveram espontaneamente as suas actuações, utilizando termos que significavam automaticidade – uma característica que subjaz aos conhecimentos específicos. Analisamos as implicações destas conclusões em termos de prevenção criminal primária e secundária. | ||
| 461 |
_cOxford _dSeptember 2006 _vVol. 46, n. 5 _tBritish Journal of Criminology (The) _x0007-0955 _pp. 935-949 |
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| 606 |
_aASSALTO A RESIDÊNCIA _9327005 |
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| 606 |
_aESTUDO DE CASOS _9322367 |
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| 606 |
_aREINO UNIDO _9334328 |
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| 700 |
_aNEE _bClaire _9111300 |
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| 701 |
_aMEENAGHAN _bAmy _9348964 |
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