| 000 | 03292nam a2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 372763 | ||
| 090 | _a372763 | ||
| 100 | _a20060724u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA fase final do campeonato da Europa de futebol - UEFA EURO 2004 _emelhores práticas na segurança de um evento de sucesso _fPaulo Gomes |
||
| 311 | _a(*). Resumo inserto no artigo. | ||
| 330 | _aA organização de um campeonato de Europa de futebol, o terceiro maior evento desportivo a nível mundial, constitui sem dúvida um dos maiores desafios para qualquer país Europeu. Num mundo de risco e de incerteza, o papel das forças de serviço de segurança, alicerçado numa estratégia clara e objectiva, representa um factor crucial para o sucesso de qualquer evento desportivo de dimensão internacional. No Verão de 2004, Portugal foi palco do UEFA 2004, o qual foi reconhecido, a nível nacional e internacional como um torneio de sucesso, tanto em termos desportivos como no plano de segurança. Provavelmente o factor mais importante da estratégia global de segurança do torneio foi a focalização nos "clientes" - tanto internos como externos - e a gestão dos conhecimentos e da informação. Em primeiro lugar, a qualificação dos agentes das forças de segurança constitui sempre uma prioridade fundamental, tendo em conta que os recursos humanos devem ser encarados como o valor mais importante de qualquer organização e representam assim uma condição crucial para a implementação eficaz e afectiva da estratégia de segurança. Em segundo lugar, a abordagem e atitude das forças de segurança foi orientada para o "cliente ", por outras palavras, focalizada nas expectativas e necessidades dos espectadores e do público em geral, criando assim as condições para uma atmosfera festiva e convivial contagiante. Em terceiro lugar um conhecimento aprofundado e actualizado dos riscos, das ameaças, dos públicos e do ambiente envolvente foi absolutamente vital para um planeamento e operação adequados. A construção de uma estrutura de coordenação e cooperação flexível e eficiente, aos níveis internacional, nacional e local, permitiram aos decisores, desde o nível político de topo ao agente policial no terreno, disporem da informação e conhecimento necessários para adoptarem o correcto comportamento ou decisão no momento adequado. Finalmente, as modernas infra-estruturas desportivas e a combinação única do clima, paisagem, cultura, gastronomia e calorosa hospitalidade dos portugueses, criaram as condições ambientais para que se revelasse nesse torneio uma nova cultura europeia de adeptos: uma cultura de convivialidade, de espectáculo e de “fair-play”. | ||
| 461 |
_cLoures _dJaneiro-Junho 2006 _vIII Série, n.º 7 _tPolícia e Justiça _x0870-4791 _pp. 345-356 |
||
| 606 |
_aDESPORTO _9226761 |
||
| 606 |
_aVIOLÊNCIA NO DESPORTO _9254452 |
||
| 606 |
_aHOOLIGANISMO _9103411 |
||
| 606 |
_aSEGURANÇA NO DESPORTO _9325644 |
||
| 606 |
_aCOOPERAÇÃO POLICIAL INTERNACIONAL _9288328 |
||
| 700 |
_aGOMES _bPaulo _9325889 |
||