| 000 | 01613nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 372669 | ||
| 090 | _a372669 | ||
| 100 | _a20060717u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA dactiloscopia no sistema de identificação judiciária _fCarlos E. Marques Oliveira |
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| 311 | _a(*). | ||
| 330 | _aO autor faz uma incursão histórica sobre as origens e evolução das técnicas de identificação pessoal, nomeadamente da lofoscopia, dactiloscopia e suas antecessoras. De seguida faz uma apresentação sobre a sua implementação em Portugal, sendo de interesse salientar a importância da obra de João de Barros (século XVI), a entrada oficial da indentificação antropométrica em Portugal, a criação de postos antropométricos dependentes dos Serviços de Identificação Criminal, o primeiro caso de identificação de cadáver e o primeiro caso de descoberta de criminoso por revelação das impressões deixadas no local do crime, a criação de um Gabinete de Identificação e Pesquisas na Polícia Judiciária em 1957, entre outros pontos. | ||
| 461 |
_cPorto _dFevereiro 1990 _vN.º 32 _tRevista de Investigação Criminal _x0870-4228 _pp. 65-69 |
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| 606 |
_aDACTILOSCOPIA _9104133 |
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| 606 |
_aLOFOSCOPIA _9320264 |
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| 606 |
_aIDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS _9343105 |
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| 606 |
_aIDENTIFICAÇÃO JUDICIÁRIA _9320322 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA JUDICIÁRIA _9242453 |
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| 700 |
_aOLIVEIRA _bCarlos E. Marques _9401721 |
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