000 02253nam a2200265 4500
001 372647
090 _a372647
100 _a20060714u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aPerturbações da ansiedade em ambiente prisional
_fJoão Paulo Ventura, Maria Rute David
311 _a(*) CD 296. Resumo inserto no artigo.
330 _aCom referência ao modelo teórico desenvolvido por Spielberger (1966; 1972; 1983; 1989) e recurso ao instrumento de medida expressamente concebido, por aquele autor, para avaliar as componentes estado e traço de ansiedade - o State-Trait Anxiety Inventory (STAI) - estudou-se uma amostra de 48 indivíduos, distribuídos de acordo com a respectiva condição perante o sistema prisional e a lei processual penal: preventivos primários (Grupo 1), preventivos reincidentes (Grupo 2) e reclusos já condenados (Grupo 3). Os resultados mostram que os níveis de ansiedade-estado são mais elevados entre os participantes dos dois grupos de detidos preventivos, por comparação com os sujeitos condenados. Uma razão plausível para explicar esta diferença, destaca a natureza ansiogénica e potenciadora de sentimentos de tensão face à aproximação do julgamento que os indivíduos dos grupos 1 e 2 haverão de defrontar. Curiosamente, tendência inversa se verifica ao nível dos indicadores de ansiedade-traço que revelam valores mais elevados entre os condenados, por comparação com os detidos em prisão preventiva. Semelhante evidência resultará, certamente, de prévias experiências ansiogénicas dos indivíduos mais atingidos (condenados) visto que a ansiedade-traço decorre de exposição mais estável e prolongada a situações potenciadoras de ansiedade.
461 _cLisboa
_d2001
_vSérie II, n.ºs 6 e 7
_tTemas penitenciários
_pp. 47-62
606 _aPRESO
_9243028
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aESTABELECIMENTO PRISIONAL
_9551
700 _aVENTURA
_bJoão Paulo
_9320433
701 _aDAVID
_bMaria Rute
_9260862