| 000 | 02264nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 372634 | ||
| 090 | _a372634 | ||
| 100 | _a20060713u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDa violência nas cidades à violência nas metrópoles _fFrancisco Moita Flores |
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| 330 | _aCaracterização sociológica da cidade de Lisboa e do tipo de crime praticado pela sua população desde os finais do séc. XIX até à data. Associando o tipo de crimes à “dimensão demo-urbanística da cidade”, observa-se na Lisboa do início do séc. XX os furtos, rixas e homicídios, sendo estes últimos motivados pelas situações de adultério, disputas passionais, excesso do consumo de bebidas alcoólicas, entre outras situações de “justiça privada para lavar em sangue a honra ultrajada”. A transição do “cajado e bengala”, como instrumento do crime, para a “faca e o punhal”, bem como depois, para a “pistola e o revólver” são manifestações das renovadas realidades sociais, económicas, culturais e políticas que exigiriam a institucionalização de uma Polícia de Investigação Criminal em 1918, que se manteve, até 1945, como uma polícia exclusivamente metropolitana. Sabendo que os termos “política” e “polícia”, ambos derivados do mesmo étimo - “Pólis” - significam, respectivamente, a “arte de administrar a cidade” e o “auxiliar da administração da cidade”, é colocada a questão se estes são ainda adequados para a gestão das metrópoles actuais. É que o grande problema da nova violência gerada pelo “homem metropolitano” não está na qualidade, mas sim na quantidade da violência e, sendo a “polícia” um “mero auxiliar da administração da cidade”, a resposta para este problema tem de ser “política”. | ||
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_cLisboa _dJaneiro-Junho 1997 _vAno 3, n.º 1 _tO Perito. Tecnologias e polícia _x0873-1918 _pp. 19-25 |
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| 606 |
_aVIOLÊNCIA URBANA _9273845 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9329930 |
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| 606 |
_aCRIME URBANO _9328742 |
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| 606 |
_aSOCIOLOGIA CRIMINAL _9690 |
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| 700 |
_aFLORES _bFrancisco Moita _9320296 |
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