| 000 | 01986nam a2200277 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 372632 | ||
| 090 | _a372632 | ||
| 100 | _a20060713u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA segurança dos discursos sobre insegurança _fJosé Martins Barra da Costa |
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| 311 | _a(*) | ||
| 330 | _aNuma altura em que começam a ser conhecidos alguns dados do Relatório de Segurança Interna de 1996, o autor aborda o “outro lado da equação” e apresenta os factores que permitem compreender o aparente decréscimo estatístico de alguns índices de criminalidade, de participações e mesmo de actividade operacional e de efectivos das forças de segurança. A descriminalização de algumas condutas, as participações em “duplicado”, a falta de harmonização dos indicadores - ao não coincidirem algumas designações ou pela inserção incorrecta das tipologias de acordo com a tabela (oficial) proposta para a classificação das infracções – distorcem o conhecimento da realidade criminal, da vitimação e dos pressupostos da segurança. Através da análise de alguns dados estatísticos apresentados conclui-se, também, que em Portugal nem todo o crime conhecido é denunciado, nem todo aquele que é denunciado se persegue, nem todo o crime perseguido é castigado e, principalmente, nem toda a condenação imposta se cumpre. | ||
| 461 |
_cLisboa _dJaneiro-Junho 1997 _vAno 3, n.º 1 _tO Perito. Tecnologias e polícia _x0873-1918 _pp. 3-14 |
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| 606 |
_aCRIMINALIDADE _9224783 |
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| 606 |
_aFORÇA DE SEGURANÇA _9320472 |
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| 606 |
_aRELATÓRIO ANUAL _9299235 |
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| 606 |
_aSEGURANÇA INTERNA _9243651 |
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| 606 |
_aESTATÍSTICAS CRIMINAIS _9343078 |
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| 606 |
_aVITIMAÇÃO _9336840 |
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| 700 |
_aCOSTA _bJosé Martins Barra da _9324386 |
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