| 000 | 01328nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 372629 | ||
| 090 | _a372629 | ||
| 100 | _a20060713u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aUm exame balístico em 1910 _eo suicídio do almirante Cândido dos Reis _fFrancisco Moita Flores |
||
| 311 | _a(*) | ||
| 330 | _aDois dos “heróis” da 1.ª República foram dois homens que “no sentido mais restrito dos conceitos morreram sem honra nem glória”: Miguel Bombarda foi abatido por um seu antigo doente e Cândido do Reis suicidou-se na véspera da revolução que ajudara a preparar. Para a história das ciências forenses fica o exame balístico feito para perceber a morte de Cândido do Reis que, à luz dos conhecimentos actuais não passará de um acto carregado de ingenuidade mas que, no contexto em que ocorreu, se revela como um dos primeiros passos para a afirmação da balística forense em Portugal. | ||
| 461 |
_cLisboa _dJulho-Dezembro 1996 _vAno 2, n.º 2 _tO Perito. Tecnologias e polícia _x0873-1918 _pp. 33-35 |
||
| 606 |
_aBALÍSTICA _9320585 |
||
| 606 |
_aHISTÓRIA DA POLÍCIA _9106202 |
||
| 606 |
_aCIÊNCIA FORENSE _9321508 |
||
| 700 |
_aFLORES _bFrancisco Moita _9320296 |
||