| 000 | 02183nam a2200229 4500 | ||
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| 001 | 372593 | ||
| 090 | _a372593 | ||
| 100 | _a20060512u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe collection of chemical, biological, and radiological evidence in a global justice environment _fSteven C. Drielak |
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| 330 | _aNum ambiente global de justiça da sociedade hodierna exige-se um novo padrão no que respeita à recolha de provas químicas, biológicas e radiológicas nos casos envolvendo armas de destruição maciça. Os julgamentos de natureza internacional tendem a aumentar, sendo um bom exemplo disso os julgamentos dos líderes do genocídio ocorrido no Ruanda, o de Slobodan Milosevic e o dos bombistas do voo 103 da Pan Am (Lockerbie). Em termos práticos esta mudança de cenário implica uma nova abordagem dos procedimentos das agências de aplicação da lei relativamente à recolha deste tipo de provas, constituindo simultaneamente um desafio à experiência e qualificação dos técnicos. A maioria dos protocolos relativos à amostra utilizados pelos Estados Unidos e pela comunidade internacional foram concebidos mediante um padrão regulador ou científico, podendo tornar-se inadequados no âmbito do contraditório. Esta questão encontra-se patente no documento "Recommended Operating Procedures for Sampling and Analysis in the Verification of Chemical Disarmament", o qual alerta para algumas das alegações possíveis no sistema do contraditório. A título de exemplo refere-se a contaminação prévia dos recipientes que contém a amostra, daí que o equipamento utilizado deva ser esterilizado, bem como a contaminação das luvas utilizadas pelos responsáveis aquando da recolha. | ||
| 461 |
_cWashington _dMarch 2006 _vV.73,n.3 _tPolice Chief (The) _x0032-2571 _pp.48-53 |
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| 606 |
_aARMA DE DESTRUIÇÃO MACIÇA _9343799 |
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| 606 |
_aARMA BIOLÓGICA _9344323 |
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| 606 |
_aARMA QUÍMICA _9344322 |
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| 606 |
_aRECOLHA DA PROVA _9322094 |
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| 606 |
_aRECOMENDAÇÃO _9337143 |
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| 606 |
_aMETODOLOGIAS _9341295 |
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| 700 |
_aDRIELAK _bSteven C. _9348841 |
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