000 01549nam a2200253 4500
001 372578
090 _a372578
100 _a20060503u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aEyewitness memory
_egetting more accurate information
_fAyanna Thomas, Elizabeth F. Loftus
311 _a(*).
330 _aTendo por base um caso de violação, ocorrido em 1984, em que a vítima identificou, erradamente perante a polícia, um indivíduo que, condenado a pena de prisão, é ilibado 3 anos mais tarde das acusações de que fora alvo (graças ao ADN) e, subsequentemente, posto em liberdade, as autoras deste artigo pretendem pôr em realce o importante papel do interrogatório realizado pelos funcionários de polícia. Dado que a memória da testemunha pode não ser fiável, porque contém muitas vezes erros, poderá ser problemático utilizar a memória como única base de uma acção legal. Apresenta-se várias recomendações que os funcionários de polícia deverão observar sempre que procedem a interrogatórios a testemunhas.
461 _cOttawa
_d2005
_vV.67,n.4
_tGazette
_x1196-6513
_pp.30-31
606 _aINTERROGATÓRIO POLICIAL
_9272484
606 _aVIOLAÇÃO
_9230170
606 _aPSICOLOGIA DO TESTEMUNHO
_9323774
700 _aTHOMAS
_bAyanna
_9328394
701 _aLOFTUS
_bElizabeth F.
_936153