| 000 | 01711nam a2200241 4500 | ||
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| 001 | 372549 | ||
| 090 | _a372549 | ||
| 100 | _a20060314u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAs fronteiras da Europa _fAdriano Moreira |
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| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aA relação entre a identidade europeia e as fronteiras da Europa foi dominante no pensamento dos Projectistas da Paz. Na Declaração de Laeken, de 15 de Dezembro de 2001, apareceram associadas identidade e projecto. Todavia, o fim da guerra fria em 1989 marcou uma deriva que vai distanciando as fronteiras do projecto político da fronteira de identidade. A adaptação de conceitos da NATO parece a linha dominante. Libertar a Europa do Atlântico aos Urais, associar a segurança do espaço ao desenvolvimento, utilizar o conceito de aliança para além das identidades culturais ou políticas, foram estratégias da NATO. Integrar a Europa do Atlântico aos Urais, organizar um pilar específico de defesa, integrar a Turquia com razões da teoria das alianças, são réplicas europeias.O valor de síntese, ensaiado no projecto de Constituição Europeia, é o patriotismo constitucional. Não se conhecem estudos de govemabilidade. | ||
| 461 |
_cLisboa _dOutono/Inverno 2005 _v3ª Série,n.112 _tNação e Defesa _x0870-757X _pp.9-16 |
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| 606 |
_aSEGURANÇA EUROPEIA _9246389 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA COMUNITÁRIA _9232791 |
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| 606 |
_aNATO _9233599 |
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| 606 |
_aCONSTITUIÇÃO EUROPEIA _92131 |
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| 606 |
_aEUROPA _9326972 |
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| 700 |
_aMOREIRA _bAdriano _9322066 |
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