| 000 | 01714nam a2200193 4500 | ||
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| 001 | 372517 | ||
| 090 | _a372517 | ||
| 100 | _a20060220u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aHate crime and the image of the stranger _fGail Mason |
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| 311 | _aTradução do "abstract" inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aUma antiga e popularizada imagem do crime de ódio tende a retratá-lo como uma forma de "stranger danger" [perigo de estranhos] ou seja, um acto aleatório envolvendo um autor e uma vítima que se desconhecem completamente. Uma série de estudos empíricos tem vindo a contraditá-la. O presente artigo pretende contribuir para este conjunto de pesquisas através da análise da natureza da relação entre a vítima e o autor nos casos de perseguição racista e homofóbica. Apresenta os resultados de um estudo efectuado sobre as queixas de perseguição registadas pela Polícia Metropolitana. Alega que as abordagens tradicionais para medir esta relação, que tendem a centrar-se no grau de intimidade entre a vítima e o autor, poderiam ser desenvolvidas através de um maior reconhecimento dos contextos em que a vítima e o autor se conhecem. O artigo coloca, em particular, a seguinte questão: se um autor é reconhecido pela vítima como alguém familiar ou vivendo perto da sua casa ou do seu local de trabalho, significa isto que o autor é conhecido da vítima? | ||
| 461 |
_cOxford _dNovember 2005 _vV.45,n.6 _tBritish Journal of Criminology (The) _x0007-0955 _pp.837-859 |
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| 606 |
_aCRIME POR ÓDIO _9344117 |
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| 606 |
_aESTUDO DE CASOS _9322367 |
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| 700 |
_aMASON _bGail _9275136 |
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