| 000 | 01121nam a2200217 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 372420 | ||
| 090 | _a372420 | ||
| 100 | _a20051116u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDireito ao silêncio e leitura, em audiência, das declarações do arguido _fMaria João Antunes |
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| 311 | _a(*). Resumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aO arguido goza do direito de não responder às perguntas feitas por qualquer entidade. Da conjugação deste direito ao silêncio com o princípio de que só a prova produzida em audiência pode fundamentar a convicção do tribunal, decorre necessariamente a proibição de serem aí lidas as declarações por ele anteriormente prestadas no decorrer do processo. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dSetembro/Dezembro 1992 _vN. 4 _tSub Judice - Justiça e Sociedade _x0872-2137 _pp. 25-26 |
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| 606 |
_aPROCESSO PENAL _9225107 |
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| 606 |
_aPROVA _9233195 |
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| 606 |
_aPRODUÇÃO DE PROVA _9246127 |
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| 606 |
_aDIREITO AO SILÊNCIO _9242402 |
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| 700 |
_aAntunes _b Maria João _9323374 |
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