000 01899nam a2200217 4500
001 372400
090 _a372400
100 _a20051031u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO crime organizado e as novas tecnologias
_euma faca de dois gumes
_fHelena Carrapiço
311 _aResumo inserto no próprio artigo. Publicação integral disponível através de: https://www.idn.gov.pt/index.php?mod=1321&cod=114.
330 _aO benefício que determinados Estados retiram das novas tecnologias é incalculável. Contudo, não são os únicos a tirar partido dessas vantagens. O crime organizado, e em especial o cibercrime, aproveita as vulnerabilidades dos sistemas de informação, em que as nossas sociedades estão baseadas, para lucro próprio. Apesar dos conhecimentos que já possuímos sobre este tipo de criminalidade, os nossos esforços não têm conseguido travar o número crescente de ataques cibernautas, nem evitar o aumento das perdas das empresas e dos particulares. Não devemos, no entanto, cair no erro pessimista de pensar que não existe nenhuma forma eficiente de combater o cibercrime. Existe todavia, muito trabalho por desenvolver. Desde a consciencialização da população, para os perigos inerentes à Internet, até à formação de recursos mais qualificados, passando pela investigação e a cooperação entre sectores, há sem dúvida muito por fazer. Adoptámos as novas tecnologias, resta-nos agora aceitar por completo as responsabilidades que elas acarretam.
461 _cLisboa
_dVerão 2005
_vN. 111
_tNação e Defesa
_x0870-757X
_pp. 175-192
606 _aCRIME ORGANIZADO
_9225700
606 _aCRIME INFORMÁTICO
_9301395
606 _aTECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
_9266188
700 _aCARRAPIÇO
_bHelena
_9326631