| 000 | 01240nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 372287 | ||
| 090 | _a372287 | ||
| 100 | _a20050729u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aInfiltrados fora da lei _fFátima Matamouros |
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| 311 | _a(*). Resumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aResidindo a diferença entre o agente infiltrado e o agente provocador na pré-existência de sinais inequívocos da prática de delito criminal, o primeiro limita-se a esperar atentamente pela prova enquanto o segundo a provoca. Apesar da predisposição do agente para o crime, ou da sua actividade criminosa anterior, a existência de uma actuação desenvolvida pelo provocador, sem a qual o crime se não verificaria, implica a inadmissibilidade do meio de prova, porque enganoso e consequentemente, ilícito. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dAbril/Junho 2000 _vN. 18 _tSub Judice - Justiça e Sociedade _x0872-2137 _pp. 57-65 |
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| 606 |
_aAGENTE INFILTRADO _91181 |
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| 606 |
_aAGENTE PROVOCADOR _9243047 |
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| 606 |
_aPROVA _9233195 |
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| 606 |
_aJURISPRUDÊNCIA _9231071 |
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| 700 |
_aMATAMOUROS _bFátima _9111890 |
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